Pix: tudo o que você precisa saber sobre esse novo meio de pagamento

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Você sabia que, em breve, vai poder fazer transferências e pagamentos em até 10 segundos? Tudo isso por meio do Pix, novo meio de pagamento criado e disponibilizado pelo Banco Central.

Em fevereiro de 2020, o Banco Central do Brasil anunciava a criação de um novo meio de pagamentos instantâneos, o Pix.

Deste modo, os usuários cadastrados poderiam fazer as suas transações bancárias em tempo real e de maneira gratuita para as pessoas físicas.

Com a sua liberação prevista para o dia 16 de novembro, o Pix traz consigo uma maior praticidade e agilidade em processos como transferências entre bancos diferentes e pagamentos.

Sendo assim, o que você acha de compreender melhor tudo sobre o Pix e todas as suas funcionalidades?

Acompanhe o nosso artigo e descubra como você poderá se beneficiar por meio deste novo meio de pagamentos.

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O que é o Pix?

Por mais que tenha sido lançado em fevereiro, muitas pessoas ainda encontram dúvidas sobre as especificidades do Pix.

Afinal de contas, estamos falando de uma novidade no mercado, que certamente mudará a forma com a qual as pessoas fazem as suas transações bancárias.

Deste modo, é necessário compreender, em primeiro lugar, do que se trata o Pix. Estamos falando, de maneira resumida, de um novo meio no qual as pessoas podem fazer transações de forma rápida e prática.

Veja a seguir algumas das principais possibilidades por trás do Pix e como você pode utilizá-lo de forma assertiva:

  • Transferências entre bancos diferentes;
  • Pagamento de contas;
  • Recolhimento de impostos;
  • Entre outros.

Sendo assim, a sua principal diferença se apresenta na forma com a qual todas as transações citadas acontecem. Afinal de contas, elas não possuem nenhuma restrição relacionada com o dia e horário. O que significa que elas podem ser feitas 24 horas por dia, 7 dias na semana.

Portanto, a funcionalidade do Pix é bem diferente das demais opções encontradas atualmente. Vamos compreender melhor?

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Como o Pix vai funcionar?

Agora que você já sabe o que é o Pix, é possível que esteja se questionando acerca da sua funcionalidade.

Em primeiro lugar, é importante entender que todos os bancos e fintechs com mais de 500 mil clientes ativos deverão disponibilizar o Pix. Ele será disponibilizado dentro do próprio aplicativo das instituições financeiras.

Ou seja, ele não terá um aplicativo próprio, podendo o usuário se cadastrar dentro do app da sua conta.

Sendo assim, o Pix não se apresenta como uma nova conta bancária aberta em uma instituição específica. Muito pelo contrário, ele se conecta com uma conta do usuário que já foi aberta e se encontra ativa.

Portanto, o Pix, considerando todos os fatores acima, se apresenta como uma nova oportunidade de se fazer transações financeiras. O que, no caso, é bem diferente das opções já conhecidas, como o TED e o DOC. Confira a seguir as suas principais diferenças!

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Transferência Eletrônica Disponível (TED)

Dentre as principais opções de se fazer transferências entre bancos diferentes, encontra-se a TED, que se apresenta como uma possibilidade repleta de restrições.

Deste modo, quando um usuário decide utilizar a TED, ele só pode fazê-lo durante um horário específico que, na maioria das vezes, é até 17h30.

Além disso, dependendo do banco no qual será feito uma TED, existe uma cobrança de uma taxa sobre a operação.

Documento de Ordem de Crédito (DOC)

A segunda opção para fazer transferências é o DOC que, quando feitas, só são concluídas depois de um dia útil da sua realização.

Desta forma, mediante alguns casos, o processo pode levar mais de um dia para ser realizado com sucesso.

Portanto, ambas as opções possuem características em comum: as restrições acerca da realização de transferências. Enquanto isso, o Pix oferece a possibilidade de se fazê-las em qualquer horário e dia da semana.

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Como as operações são feitas?

A fim de concluir o nosso artigo sobre o Pix, vamos compreender como são feitas as transações bancárias.

Sendo assim, segundo o Banco Central, existem algumas opções para que as operações sejam feitas com assertividade. São elas:

  • Informar os dados do recebedor;
  • Por meio das Chaves Pix;
  • Leitura de um QR Code.

A primeira opção é fácil de ser explicada e se assemelha aos processos de TED e DOC, nos quais deve-se informar os dados bancários do recebedor.

No entanto, é possível encontrar dúvidas quanto às outras possibilidades. Acompanhe a seguir e descubra!

Chaves Pix

De acordo com o Banco Central, as chaves Pix funcionam como apelidos que identificam a conta de um usuário.

Ou seja, elas se apresentam como endereços que permitem com que as operações sejam realizadas com sucesso. Confira quais são as suas opções:

  • CPF ou CNPJ;
  • E-mail;
  • Número do telefone celular;
  • Chave aleatória.

Sendo assim, as pessoas físicas podem ter até 5 chaves Pix, enquanto as pessoas jurídicas podem ter até 20.

QR Code

No caso do QR Code, o recebedor vai apresentar o seu QR Code, que será lido por um smartphone que possua câmera.

De acordo com o Banco do Brasil, o QR Code pode ser tanto estático quanto dinâmico. Enquanto no primeiro caso ele é usado em múltiplas transações, o segundo é recomendado para pagamento de compras.

Portanto, o Pix estará funcionando normalmente a partir do dia 16 de novembro, mas os usuários já podem cadastrar as suas chaves.

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