CLT, PJ ou autônomo: o que é mais vantajoso para os médicos?

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Você sabia que os médicos são considerados profissionais liberais? Isso significa que, após finalizado o curso de medicina, eles podem escolher o modelo de atuação no mercado, que pode ser, por exemplo, CLT, PJ ou autônomo.

No entanto, é necessário que, em primeiro lugar, o profissional da saúde tenha o seu registro no Conselho Regional de Medicina (CRM).

Deste modo, os médicos encontram uma maior flexibilidade no mercado, podendo assim definir como será a sua prestação de serviços. Contudo, essa escolha acaba proporcionando uma série de questionamentos.

Afinal de contas, qual modalidade de atuação é a mais vantajosa para um médico que decide não atuar como CLT?

Por meio deste conteúdo, você poderá compreender melhor as modalidades de atuação para médicos. Leia com atenção e descubra quais são as vantagens por trás de cada modelo, como o CLT, PJ ou autônomo!

Acompanhe também o nosso artigo referente ao assunto: 5 dicas de planejamento financeiro para médicos.

CLT, PJ ou autônomo: qual modelo devo escolher?

Todo e qualquer profissional da saúde pode se deparar com este questionamento. Afinal, diante da possibilidade de prestar serviços como CLT, PJ ou autônomo, o médico deve buscar ser assertivo na sua escolha.

A modalidade mais conhecida é, sem sombra de dúvidas, a CLT. O que permite que o médico tenha à sua disposição uma série de direitos e deveres trabalhistas. No entanto, ele se depara também com algumas limitações.

Isso porque, ele terá um horário a ser cumprido, definido pelo empregador, além de ter uma série de descontos no seu pagamento. É o que faz com que muitos médicos busquem atuar em outra modalidade.

Neste momento, opções como se tornar um Pessoa Jurídica (PJ) ou autônomo surgem como as principais alternativas para os médicos. Confira a seguir o que cada modalidade de atuação pode proporcionar para o profissional da saúde.

Por que atuar como médico autônomo?

Ao optar por prestar serviços como autônomo, um médico dispõe de uma maior autonomia para atuar no mercado. Isso porque, por meio desta modalidade, não existe a necessidade mais de um vínculo empregatício.

Estamos falando de uma opção mais vantajosa, principalmente no que diz respeito ao recolhimento de impostos.

Ao atuar como profissional autônomo, os valores descontados por meio de impostos serão feitos pela pessoa contratante. Ela será a responsável por emitir o Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA), que recolhe os seguintes valores:

  • INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): Alíquotas entre 8 a 11%;
  • IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física): Valor pode variar de 0 a 27,5%;
  • ISS (Imposto Sobre Serviços): Possui alíquota que varia de 2 a 5%.

No entanto, se um médico, como profissional autônomo, decidir fazer o atendimento direto com pessoas físicas, ele terá que emitir o Carnê Leão mensal.

Uma outra opção para prestar serviços médicos é se tornando uma Pessoa Jurídica (PJ) que, semelhante ao profissional autônomo, também traz consigo maior autonomia para os profissionais que atuam na área da saúde.

Além disso, aproveite para ler também sobre o assunto: Gestão de Custos: 5 Dicas para reduzir os gastos.

Vale a pena atuar como Pessoa Jurídica (PJ)?

Dentre as opções CLT, PJ ou autônomo, um profissional da saúde também pode optar por se tornar uma Pessoa Jurídica e, assim, abrir um CNPJ.

Nesta opção, o próprio médico será o responsável por fazer o recolhimento dos seus impostos. Se o seu CNPJ for enquadrado no Simples Nacional, regime comum entre profissionais liberais, ele terá que lidar com impostos como:

  • DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional): Incide sobre o faturamento total e possui alíquotas a partir de 6%;
  • INSS: O recolhimento é feito tendo como base o valor do pró-labore de um sócio, tendo alíquota de 11%;
  • IRPF: Pode ter a sua incidência no pró-labore do sócio, tendo a alíquota variando entre 7,5 e 27,5%.

Desta forma, atuar como PJ, além de proporcionar uma maior autonomia para os médicos, também é fundamental para que ele tenha ganhos maiores.

Sendo assim, é indispensável que um médico, independentemente de atuar como CLT, PJ ou autônomo, tenha o suporte de uma contabilidade. O que permite atuar de forma legal e organizada no segmento da saúde.

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